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	<title>Acervo Esotérico &#187; Santos</title>
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		<title>Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 03:59:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santos]]></category>

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Nossa Senhora da Conceição Aparecida
Em meados de 1717, chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá. Então foram convocados pela Câmara os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves que saíram à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img alt="" src="http://minhaprece.com/wp-content/uploads/2008/02/nossa-senhora-aparecida.jpg" class="alignleft" width="270" height="379" /></div>
<p><strong>Nossa Senhora da Conceição Aparecida</strong><br />
Em meados de 1717, chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá. Então foram convocados pela Câmara os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves que saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram, depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, a 12 de Outubro, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.<br />
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, que fez um oratório, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.<br />
E em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil!<br />
Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o &#8220;maior Santuário Mariano do mundo&#8221;.<br />
<strong>Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!</strong></p>
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		<title>Santo do Dia</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 16:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santos]]></category>

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Santa Helena
Flávia Júlia Helena, esse era o seu nome completo. Nasceu em meados do século III, na Bitínia, Ásia Menor. Era descendente de uma família plebéia e tornou-se uma bela jovem, inteligente e bondosa. Trabalhava numa importante hospedaria na sua cidade natal quando conheceu o tribuno Constâncio Cloro. Apaixonados, casaram-se. Mas quando o imperador Maximiano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRQbaFicnPbUYCdGbQAJNjGHi-W3DNmk26MHiDuoSBFsPGwjovhV_JrDXk" class="alignnone" width="99" height="123" /><br />
<strong>Santa Helena</strong></p>
<p>Flávia Júlia Helena, esse era o seu nome completo. Nasceu em meados do século III, na Bitínia, Ásia Menor. Era descendente de uma família plebéia e tornou-se uma bela jovem, inteligente e bondosa. Trabalhava numa importante hospedaria na sua cidade natal quando conheceu o tribuno Constâncio Cloro. Apaixonados, casaram-se. Mas quando o imperador Maximiano nomeou-o co-regente, portanto seu sucessor, exigiu que ele abandonasse Helena e se casasse com sua enteada Teodora. Isso era possível porque a lei romana não reconhecia o casamento entre nobres e plebeus.<br />
O ambicioso Constâncio obedeceu. Entretanto levou consigo para Roma o filho Constantino, que nascera em 274 da união com Helena, que ficou separada do filho por quatorze anos. Com a morte do pai em 306, Constantino mandou buscar a mãe para junto de si na Corte. Ela já se havia convertido e tornado uma cristã fervorosa e piedosa.<br />
O jovem Constantino, auxiliado pela sabedoria de Helena, conseguiu assumir o trono como o legítimo sucessor do pai. Primeiro, tornou-se governador; depois, o supremo e incontestável imperador de Roma, recebendo o nome de Constantino, o Grande. Para tanto, teve de vencer seu pior adversário, Maxêncio, na histórica batalha travada, em 312, às portas de Roma.<br />
Conta a história que, durante a batalha contra Maxêncio, seu exército estava em desvantagem. Influenciado por Helena, que tentava convertê-lo, Constantino teve uma visão. Apareceu-lhe uma cruz luminosa no céu com os seguintes dizeres: &#8220;Com este sinal vencerás&#8221;. Imediatamente, mandou pintar a cruz em todas as bandeiras e, milagrosamente, venceu a batalha. Nesse mesmo dia, o imperador mandou cessar, imediatamente, toda e qualquer perseguição contra os cristãos e editou o famoso decreto de Milão, em 313, pelo qual concedeu liberdade de culto aos cristãos e deu a Helena o honroso título de &#8220;Augusta&#8221;.<br />
Helena passou a dedicar-se à expansão da evangelização e crescimento do cristianismo em todos os domínios romanos. Às custas do Império, patrocinou a construção de igrejas católicas nos lugares dos templos pagãos, de mosteiros de monges e monjas e ajudou a organizar as obras de assistência aos pobres e doentes. Depois, apesar de idosa e cansada, foi em peregrinação para a Palestina, visitar os lugares da Paixão de Cristo. Lá supervisionou a construção das importantes basílicas erguidas nos lugares santos, dentre elas a da Natividade e a do Santo Sepulcro, que existem até hoje. Conta a tradição que Helena ajudou, em Jerusalém, o bispo Macário a identificar a verdadeira cruz de Jesus, quando as três foram encontradas. Para isso, levaram ao local uma mulher agonizante, que se curou milagrosamente ao tocar aquela que era a verdadeira.<br />
Pressentindo que o fim estava próximo, voltou para junto de seu filho, Constantino, morrendo em seus braços, aos oitenta anos de idade, num ano incerto entre 328 e 330. O culto a santa Helena, celebrado no dia 18 de agosto, é um dos mais antigos da Igreja Católica. Algumas de suas relíquias são veneradas na basílica dedicada a ela em Roma.</p>
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		<title>Santo do dia</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 14:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Santa Beatriz da Silva ou Santa Beatriz dos Pobres
Nasceu em Portugal em 1424, como Beatriz da Silva Menezes, filha do Conde de Viana, e tinha 20 anos quando acompanhou a princesa Isabel de Portugal, para a corte espanhola. Pouco tempo depois, Beatriz tomou o véu do convento Cisterciano de São Domingos de Silos em Toledo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img alt="" src="http://www.radiocampomaior.com/images/santa_beatriz_da_silva_ii.jpg" class="aligncenter" width="383" height="558" /></div>
<p><strong>Santa Beatriz da Silva ou Santa Beatriz dos Pobres</strong></p>
<p>Nasceu em Portugal em 1424, como Beatriz da Silva Menezes, filha do Conde de Viana, e tinha 20 anos quando acompanhou a princesa Isabel de Portugal, para a corte espanhola. Pouco tempo depois, Beatriz tomou o véu do convento Cisterciano de São Domingos de Silos em Toledo, Espanha. Mais tarde Santa Beatriz fundou a Congregação da Imaculada Conceição, séculos antes da confirmação da definição da Perpétua Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria. Tempos depois, o Cardeal Cisneros concedeu a Congregação, a regra de Santa Clara de Assis (Clarissas Pobres).<br />
Por isto é conhecida também como Santa Beatriz dos Pobres.<br />
A Ordem da Imaculada Conceição a que este Mosteiro é incorporado, foi fundada por Santa Beatriz em 1489. A Ordem é totalmente de vida contemplativa. Vive o mistério de Cristo a partir da fé, da oração constante, da disponibilidade e do ocultamento silencioso. A clausura é um modo de unir-se mais profundamente à Paixão de Cristo e de participar de um modo especial do mistério pascal. Além de sinal de separação do mundo, essencial à vida contemplativa, a clausura constitui uma opção de solidão e de recolhimento vivendo como num deserto em despojamento e em amor a Cristo crucificado. Na sabedoria da Cruz manifesta-se o ocultamento da vida com Cristo em Deus. Este clima de recolhimento e de silêncio, facilita a oração, a ordem, a paz e a unidade da pessoa ao encontro com Deus, passando a ser sacrifício de louvor oferecido ao Pai em nome dos homens e mensagem de amor, de paz e de alegria que Deus oferece ao mundo.<br />
Santa Beatriz morreu em 9 de agosto de 1492. Seu culto foi confirmado em 1926, e foi canonizada pelo Papa Paulo VI em 3 de outubro de 1976.</p>
<div align="center"><img alt="" src="http://lh5.ggpht.com/_VsL8VkjSZWw/TGql-3NzU3I/AAAAAAAAMgk/qc6W8Jr5Qdc/San_Giacinto-Jacko-Odrovaz_B.jpg" class="aligncenter" width="383" height="558" /></div>
<p><strong>São Jacinto, Confessor</strong></p>
<p>O santo de hoje nasceu no ano de 1183 em Cracóvia (Polônia) e chamava-se Jacó. Com o apoio da família, ingressou para a vida religiosa tendo conhecido São Domingos de Gusmão em Roma no ano de 1221. Desta forma, passou a fazer parte da Família Dominicana. Os Dominicanos, por sua vez, deram-lhe o nome de Frei Jacinto.<br />
Documentos seguros indicam-nos que era pregador em Cracóvia, em 1228, no convento da Santíssima Trindade, e que pregava a cruzada contra os Prussianos em 1238. Morreu a 15 de agosto de 1257.<br />
Era parente do Bispo de Cracóvia e durante a sua vida foram fundados os conventos de Breslau, Sandomir e Dantziga. Em 1228, a partir do capítulo geral dominicano de Paris, Jacinto juntamente com outros dominicanos foram transferidos para Rússia, onde sua evangelização atingiu também os Balcãs, a Prússia e a Lituânia. Substituíram os Cistercienses, menos bem preparados. Mas os Tártaros, em 1241 e 42, destruíram numerosos conventos e fizeram muitos mártires.<br />
Depois da passagem deles, a obra apostólica foi retomada e Jacinto retornou à Cracóvia. Jacinto é considerado o apóstolo da Polônia. Desde 1260, três anos após sua morte, o seu túmulo atraía peregrinos. O culto dele abrangeu toda a Polônia. Foi canonizado pelo Papa Clemente VIII, em 1954.</p>
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		<title>16 de Agosto dia de SÃO ROQUE</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 01:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Originário de família nobre, distinta e abastada, São Roque nasceu em Montpellier, na França, em 1295.
	Seu nascimento teve o significado de um grande dom de Deus e fruto das orações de seus pais. Libéria,
sua mãe, mulher virtuosa, era devotada de Nossa Senhora, a quem recorreu, pedindo a graça de ter um filho,
apesar de sua idade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 252px"><img alt="São Roque" src="http://wp.clicrbs.com.br/santarosa/files/2011/08/sao-roque.jpg" width="242" height="347" /><p class="wp-caption-text">São Roque</p></div> Originário de família nobre, distinta e abastada, São Roque nasceu em Montpellier, na França, em 1295.</p>
<p>	Seu nascimento teve o significado de um grande dom de Deus e fruto das orações de seus pais. Libéria,<br />
sua mãe, mulher virtuosa, era devotada de Nossa Senhora, a quem recorreu, pedindo a graça de ter um filho,<br />
apesar de sua idade avançada. Foi atendida em seu anseio e dedicou-se com cuidado à educação de Roque,<br />
incutindo-lhe desde cedo a devoção à Nossa Senhora.<br />
	Perdeu os pais entre os quinze e vinte anos, herdando um enorme patrimônio. Mas as aspirações de Roque<br />
eram por outra herança: queria viver na pobreza, imitando a Cristo.<br />
Assim, inclinado para a piedade, repartiu entre os pobres, em segredo, tudo o que pode colher de suas rendas.<br />
	Como a idade não lhe permitia dispor nem alienar seus bens de raiz, confiou-os a um tio, partindo sem nada para Roma,<br />
mendigando pelo caminho.<br />
	Chegando a Toscana, em Aguapendente, viu a grande mortalidade causada pela peste.  Levado pelo desejo de ser útil aos empestados,<br />
pediu permissão ao administrador do hospital para assistir aos doentes, o que lhe foi permitido.<br />
	Logo que Roque se meteu entre os empestados, cessou a epidemia da doença naquela cidade. O mesmo se deu em Cesena e outras localidades;<br />
dizia-se que a peste fugia de Roque.<br />
	Tomando conhecimento de que a epidemia chegara a Roma, Roque partiu imediatamente. Lá chegando, foi ouvido em confissão pelo cardeal Britânico<br />
que então tomou conhecimento dos dons que o Santo possuía. Pediu-lhe para que suplicasse a Deus pelo fim do flagelo que atingia a cidade.<br />
Roque fez a oração e sentindo que alcançara a graça, convidou o cardeal a agradece-la juntamente com ele. Mas esse fato se creditou à virtude do Santo.<br />
	Permaneceu em Roma por três anos, praticando a caridade na assistência aos enfermos. Ao retornar à França,<br />
foi passando por localidades da Itália, onde já havia estado. Ficou por alguns anos nas cidades da Lombardia,<br />
tratando os doentes a quem, muitas vezes, curava com o sinal da cruz.<br />
	Em Piacenza (Palencia), acabou por contrair a doença. Certa noite despertou com febre e dor aguda na perna esquerda, o que o fazia gritar.<br />
	A violência do mal não lhe permitia tranqüilidade interior. Para não perturbar com seus gritos os outros doentes do hospital,<br />
dirigiu-se para fora da cidade, à entrada de um bosque, onde encontrou uma pequena choça que lhe serviu de abrigo. Esse foi seu refúgio para não perturbar ninguém.<br />
	Com a graça de Deus, Roque viu brotar perto da cabana, um manancial de água cristalina. Com ela, sentia mais alívio,<br />
ao lavar suas feridas. Se não fosse um cão que todos os dias lhe trazia pão roubado da mesa do dono, teria morrido de fome.<br />
	O dono do cão, intrigado com a regularidade com que este lhe roubava o pão, seguiu-o certa vez, pela floresta,<br />
encontrando Roque, de quem tornou-se amigo, fazendo o possível para ajuda-lo.<br />
	Curado da peste, Roque dirigiu-se para à França a fim de liquidar o restante de seus bens. Montepellier estava em guerra civil<br />
quando lá chegou. Tido como espião, foi levado à presença do governador que era seu tio. Diante dele, sequer afirmou sua identidade.<br />
	Ninguém o reconheceu, pois os anos e a vida que levara alteraram-lhe a fisionomia e a aparência. Preso, ficou num calabouço<br />
escuro durante cinco anos. Seu alimento era pão e água, passando os dias em oração. Sua consolação estava em Deus e na Virgem Maria.<br />
	O carcereiro da prisão admirava-se da extraordinária paciência do Santo e considerava-o diferente dos outros presos. Sentindo que a própria morte se aproximava,<br />
Roque pediu a presença de um sacerdote para se confessar e comungar.<br />
	Por tudo o que disse, o confessor notou que aquele era um homem extraordinário e comunicou suas impressões ao governador.<br />
	Este, porém, desconsiderou a apreciação do sacerdote.<br />
Completamente abandonado Roque, falecia pouco depois. Era o dia 16 de agosto de 1327. Ao descer ao calabouço,<br />
o carcereiro viu uma luz muito brilhante saindo pelas brechas da cela. Abriu a porta e encontrou Roque morto, estendido no chão.<br />
Difundiu-se pela cidade, rapidamente, a notícia de que havia falecido um Santo na prisão. Muitas pessoas dirigiram-se para lá.<br />
Entre os visitantes, estava também sua avó, que reconheceu o corpo de Roque por uma mancha cor de vinho, em forma de cruz, que ele tinha no peito.<br />
Ao ter conhecimento de que o morto era seu sobrinho, o governador ficou inconsolável pela dureza com que o tratara e providenciou suntuosos funerais.<br />
O corpo de Roque foi conduzido triunfalmente pelas ruas da cidade, acompanhado de clero, nobreza e povo.<br />
Em seu nome, logo aparecerem diversos e prodigiosos milagres. Durante o Concílio de Constança, em 1414,<br />
São Roque foi invocado contra a peste que tomara conta da cidade. A partir dessa data, o culto de São Roque se estendeu por toda a Europa,<br />
particularmente à Itália e à Flandres. Este culto foi solenemente confirmado pelo Papa Urbano VIII e por dois decretos da Sagrada Congregação<br />
dos Ritos de 16 de julho e 26 de novembro de 1629. </p>
<p><em><strong><strong>Oração à São Roque</strong></strong></em></p>
<p>Glorioso São Roque, alcançai-nos de Cristo Nosso Senhor as graças que nos são necessárias para vivermos dignamente a vida cristã.<br />
Aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade.<br />
Seguindo o Vosso Exemplo queremos amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como Cristo nos mandou.<br />
Queremos ajudar aos pobres, aos doentes, aos necessitados de toda a espécie, como vós mesmo o fizestes.<br />
E que um dia, na glória do céu, nós possamos, convosco, gozar da vida eterna. Amém.</p>
<p><strong><em>Oração à São Roque &#8211; Para alcançar a cura em qualquer enfermidade</em></strong></p>
<p>Ó inefável padroeiro nosso, São Roque, pela ardente caridade com que amastes o próximo nesta terra,<br />
chegastes a expor vossa própria vida para assisti-lo nas necessidades e doenças, especialmente nas moléstias contagiosas.<br />
Oh! Fazei que estejamos sempre livres dessas terríveis enfermidades e livrai-nos da peste ainda perigosa que é o pecado. Amém.</p>
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		<title>Santa Sarah Kali</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 23:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciganos]]></category>
		<category><![CDATA[Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Sarah Kali]]></category>

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		<description><![CDATA[

Pouco se sabe sobre o nascimento de Jesus.
Acredita-se que tenha ocorrido em uma gruta, pois os essênios, que eram um povo muito esclareciso, costumavam utilizar estelocal como hospital, pois oferecia condições ideiais para doentes e convalescentes da região.
O texto apócrido de Thiago mostra que os anjos trouxeram uma parteira, Sarah, que mal conseguia ver Maria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.acervoesoterico.com.br/img/santasara1.jpg"></p>
<p><br/></p>
<p><font color="#83810a">Pouco se sabe sobre o nascimento de Jesus.<br />
Acredita-se que tenha ocorrido em uma gruta, pois os essênios, que eram um povo muito esclareciso, costumavam utilizar estelocal como hospital, pois oferecia condições ideiais para doentes e convalescentes da região.<br/><br />
O texto apócrido de Thiago mostra que os anjos trouxeram uma parteira, Sarah, que mal conseguia ver Maria, devido à luz que o espaço emitia.<br/><br />
Sarah aproximou-se de Maria e observou que seus seios estavam cheios de leite, e que o nascimento de Jesus nao tinha tirado a virgindade.<br/><br />
O bebê nasceu limpo, como se o parto tivesse sido dirigido pelos anjos.<br/><br />
Sarah acompanhou a vida de Jesus com discrição. Provavelmente vivia com Maria, como escrava, Maria Madalena ou com José de Arimatéia, tio-avô de Jesus.<br/><br />
Após a morte de Jesus, os textos apócrifos relatam que as três Marias dirigiam-e para o sul da França. Alguns relatos dizem que elas foram atiradas em um barco, sem remos ou provisões.<br/><br />
A barca acabou atracando na Praia de Maries-de-la-Mer, na foz do Rio Ródamo.<br/><br />
Pouca gente sabe, incluindo os ciganos, que Sarah não foi apenas a criada de Maria, mas sua parteira!<br/><br />
Era egípcia, tinha a cútis escurecida pelo sol e Jesus a tinha em grande estima.<br/><br />
No dia consagrado à sua homenagem, na França, o padre da cidade costuma levar ao mar a barca com sua imagem.<br/><br />
Os ciganos vestem-se de forma alegre, porém recatados. Não é admirável, em uma festa comemorativa, as mulheres usarem saias acima dos joelhos, por exemplo. Os homens ciganos vestem roupas escuras e as mulheres saias multicoloridas, com suas jóias.<br/><br />
Dizem s ciganos que Santa Sarah Kali só tem olhos para eles, que conhecem as tradições e que encontram-na na sombra da cripta.<br/><br />
Antes que colocassem grades no seu monumento e fecharem seu acesso à noite, os ciganos viajantes pernoitavam e pediam proteção a Santa Sarah, oferecendo velas à &#8220;Virgem Negra&#8221;.<br/><br />
Paralelamente a história de Sarah chegou à Índia, onde os ciganos a associaram à deusa Kali, negra, poderosa, transformadora.<br/><br />
A peregrinação que os ciganos fazem ao local onde está a estátua de Santa Sarah tem uma intenção diferente à dos católicos.<br/><br />
Eles sabem que os objetos mortos só podem viver à medida que os homens lhe dão vida.<br/><br />
A proteção de Sarah confere às pessoas emanações sempre benéficas, que representam simbolicamente  ventre da sua mãe, seu sorriso, a irmã e a rainha: a &#8220;phuri dai&#8221; secreta dos Roms.<br/><br />
Dizem que a pessoa de bom coração consegue ver o sorriso na estátua de Santa Sarah.<br/><br />
Se um dia tiver a oportunidade de visitar sua gruta, entre com os pés descalços, com duas velas azuis nas mãos, e olhe para ela com seus olhos bem abertos. Aproxime-se lentamente sem desviar o olhar. Quando sua boca estiver perto da dela, a verá sorrindo e pronunciando seu nome!<br/><br />
Feche os olhos, depois abra-os lentamente. Verá que tanto seu sorriso quanto o dela estarão diferentes.</font><br/><br />
<strong><em><font color="#83810a">Você também pode pedir proteção à Santa dos Ciganos com esta oração: &#8220;Fique sempre à minha frente, sempre atrás, do lado esquerdo, do lado direito. Ensine-me a caminhar e sempre perdoar.&#8221;</font></em></strong><br/><br />
<br/></p>
<p><font color="#8e561e">Fonte: Livro Histórias, Dicas e Magias &#8211; Monica Buonfiglio</font></p>
<p><br/></p>
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