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	<title>Acervo Esotérico &#187; Shambala</title>
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		<title>Shambhala/ Shambala/ Shamballa/ Sambala</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 23:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Shambhala, Shambala, Shamballa ou Sambala , é um local místico citado amiúde em textos sagrados e presente em diversas tradições do oriente. Depois da divulgação do termo no ocidente tornou-se conhecida em círculos esotéricos e penetrou até a cultura popular.
No Budismo tibetano, Shambhala é um reino mítico oculto algures na cordilheira do Himalaia ou na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#83810a">Shambhala, Shambala, Shamballa</font></strong> <font color="#83810a">ou</font> <strong><font color="#83810a">Sambala</font></strong> <font color="#83810a">, é um local místico citado amiúde em textos sagrados e presente em diversas tradições do oriente. Depois da divulgação do termo no ocidente tornou-se conhecida em círculos esotéricos e penetrou até a cultura popular.<br/><br />
No Budismo tibetano, Shambhala é um reino mítico oculto algures na cordilheira do Himalaia ou na Ásia central, próximo da Sibéria. É mencionado no Kalachakra Tantra e nos textos da cultura Zhang Zhung, que antecedeu o Budismo no Tibete ocidental. A religião Bon o chama de Olmolungring.<br/><br />
Shambhala significa em sânscrito &#8220;um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade&#8221;, e acredita-se que seus habitantes sejam todos iluminados. A linha Tantra afirma que um dos reis de Shambhala, Suchandra, recebeu de Buda o Kalachakra Tantra, e que este ensinamento é lá preservado. Segundo esta tradição, quando o Bem tiver desaparecido da Terra o 25º rei de Shambhala aparecerá para combater o Mal e introduzir o mundo em uma nova Idade de Ouro. Shambhala também é associada ao império histórico Sriwijaya, onde o mestre Atisha estudou sob Dharmakirti e recebeu a iniciação Kalachakra.<br/><br />
Entre os Hinduístas o nome é mencionado nos Puranas como sendo o lugar de onde surgirá o avatar Kalki , que libertará a Terra das forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina.<br/><br />
Como outros conceitos religiosos, Shambhala possui um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar.</font><br/><br/></p>
<li><font color="#83810a">A idéia de uma terra de iluminados exceceu atração no ocidente desde sua</font></li>
<p> <font color="#83810a">difusão inicial no século XVII a partir de fragmentos do Budismo tibetano que conseguiram, através de exploradores e missionários, ultrapassar as usualmente fechadas fronteiras tibetanas, e da Teosofia, propagada pioneiramente por Helena Blavatsky no século XIX.<br/><br />
As primeiras informações sobre este lugar chegaram ao ocidente pelos missionários católicos João Cabral e Estêvão Cacella, que ouviram referências sobre Shambhala &#8211; transcrita como Xembala &#8211; e imaginaram que se tratasse de um nome alternativo de Catai, a China. Dirigindo-se ao Tibete em 1627, descobriram o equívoco e retornaram à Índia de onde haviam saído.<br/><br />
Em 1833 apareceu o primeiro relato geográfico sobre a região, escrito pelo erudito húngaro Alexander Csoma de Köros, que mencionou &#8220;um país fabuloso no norte, situado entre 45º e 50º de latitude norte&#8221;.<br/><br />
No final do século Shambhala foi mencionada por Helena Blavatsky em seus livros, e desde então se tornou um nome familiar no ocidente, disseminando-se entre os cultos esotéricos e estimulando expedições em tentativas de localização &#8211; Nicholas Roerich (1926), Yakov Blumkin (1928), Heinrich Himmler e Rudolf Hess (1930, 1934-35, 1938-39).<br/><br />
Shambhala foi mencionada diversas vezes por Blavatsky, que alegava estar em contato com alguns de seus habitantes, todos pertencentes à Grande Fraternidade Branca. Segundo a Teosofia, Shambhala é tanto um lugar físico como um espiritual. Teria sido antigamente uma ilha quando a Ásia central ainda era um mar, há milhões de anos, a chamada Ilha Branca, ou Ilha Sagrada, e teria sido ali que os Senhores da Chama, os progenitores espirituais da raça humana, liderados por Sanat Kumara, teriam chegado e se estabelecido, vindos de Vênus. Atualmente a ilha seria um oásis no Deserto de Gobi, protegida de intrusos por meios espirituais. Escolas derivadas da Teosofia fazem menções ainda mais freqüentes ao lugar, enfatizando sua natureza espiritual e localizando-a invisivelmente no plano etérico ou astral.<br/><br />
Shambhala também foi objeto de interesse de ocultistas ligados ao Nazismo, que a viam como fonte de um poder maligno. Contudo a maciça maioria dos testemunhos a descrevem como um lugar abençoado, que tem sido fonte de inspiração para abundante literatura, bem como associações com a cultura popular, como cenário ou tema de filmes, romances, músicas, documentários, histórias em quadrinhos e jogos.</font></p>
<p><br/></p>
<p><font color="#8e561e">Fonte: Wikipédia</font></p>
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