Archive for outubro, 2008

Ao fazer um cadastro, você tem que colocar seu nome completo e número de seu documento. Para localizar sua residência, é preciso o seu endereço, nome da rua e número da casa. Neste momento, começamos a notar que os números fazem parte de nosso dia-a-dia e nos identificam. Mas, será que estes números que nos cercam têm alguma influência energética sobre nós?

Segundo a Numerologia, os números têm muita influência energética em nossas vidas. Através de Mapas Numerológicos específicos, podemos estudar os números que regem a vida de uma pessoa ou de uma residência. Em resumo: a numeração de uma residência tem uma energia que influência os moradores. Claro que o grau de influência só do número de um imóvel é muito pequeno em comparação a uma análise numerológica mais completa através do nome da rua e o número da casa. Mas, como esta numeração tem energia que pode nos influenciar, vale a pena conhecer um pouco da vibração dos números.

Segue abaixo a influência de cada número para uma residência, bem como, o cálculo para determinar o número de seu imóvel.


APRENDA A CALCULAR O NÚMERO DE SUA CASA:

Para determinar o número que influencia nossa casa, devemos pegar os números e somá-los sucessivamente até reduzi-los a um único algarismo, entre 1 e 9.

Exemplo: Uma residência com numeração 742 Somamos os números até reduzir: 7+4+2 = 13 = 1+3= “4″. Assim, este imóvel tem vibração “4″.

Uma casa com numeração 3958 Somamos até reduzir: 3+9+5+8 = 25 = 2+5 = “7″. Neste exemplo, o imóvel tem vibração “7″.

No caso de edifícios e condomínios, temos dois tipos de influências:

a) A numeração só do apartamento ou casa;

b) A somatória da numeração da rua com a numeração da residência (apartamento ou casa). A duas influências são muito importantes e vale a pena conhecer ambas. Exemplo: Edifício localizado na Rua da Mulher, 1638 – apartamento 75 a) Influência do nº do apto: 7+5 = 12 = 1+2 = “3″;

c) Influência na soma do numero do apartamento (ou casa) com a numeração da rua: 1+6+3+8+7+5 = 30 = 3+0 = “3″.


O SIGNIFICADO DOS NÚMEROS:

- Número 1: É a típica residência, onde as pessoas são agitadas, dinâmicas, alegres, falantes e inquietas. Esta casa é a que mais se destaca na vizinhança, pois seus moradores tendem a gostar de coisas diferentes, exóticas e chamativas. Nestas casas possui pessoas que tem uma vida social intensa, agenda sempre cheia. Vida profissional também muito movimentada. São pessoas que saem muito e gostam de promover reuniões com amigos e parentes, bem movimentadas, alegres e “barulhentas”. É uma casa que traz aos moradores Prosperidade e Sucesso.

- Número 2: Típica casa que nos faz lembrar da época que éramos criança quando não saíamos da casa de nossa madrinha, avó ou de nossa própria casa. Moradia bem cuidada por nossa mãe nos pequenos detalhes e com feminilidade. É um local acolhedor, tranqüilo e muito bonito. As pessoas, em geral, são simpáticas, amáveis e ótimas anfitriãs. Os moradores preferem mais receber os amigos, que fazer uma visita. Sala e cozinha são os locais mais movimentados da casa.

- Número 3: Com toda a certeza, esta é uma das residências mais alegres e de “alto astral” do bairro. Será muito difícil ver alguém triste, de mal com a vida ou desanimado. As melhores festas e reuniões serão dadas nesta casa. Se quiser encontrar ou convidar pessoas animadas, joviais e otimistas, é só ir até esta residência. Em geral, é uma casa de cores claras e alegres. São pessoas dinâmicas e expansivas, fazendo com que sempre estejam mudando algo na casa (pinturas, móveis ou pequenas reformas).

- Número 4: Típica residência que tudo está no lugar certo. É uma casa funcional, organizada, prática e cheia de normas, obrigações e deveres, que deverão ser seguidas à risca por todos os moradores. Em geral, são pessoas conservadoras e apegadas a tradições familiares. Nesta casa, tudo vai para a “agenda” (lista de compra, despesas da casa, telefones úteis, receitas de bolo, etc). A decoração é básica (móveis de madeira) ou bem tradicionais. As pessoas, em geral, são equilibradas e reservadas. É uma típica casa familiar.

- Número 5: Mais uma residência alegre, agitada, dinâmica e cheia de movimento. São moradores que têm muito “jogo de cintura” para trabalhar com as mudanças constantes em suas vidas. São pessoas que promovem muitas transformações na vida, pois não gostam de monotonia. Por este motivo, estão sempre trocando os móveis de lugar e fazendo reformas. São pessoas que gostam de se manter informadas. Jornais, televisão, rádio, livros e internet, fazem parte da rotina desta casa. Sua agitação pode, às vezes, incomodar os vizinhos.

- Número 6: Outra típica residência familiar e estável. Para quem pensa em casar, uma casa com este número pode trazer muita sorte e harmonia. Ótimos anfitriões e amigos. Chegam ao ponto, de incomodar as visitas pelo excesso de preocupação com o seu bem estar. Gostam de conforto e luxo, por isso trabalham muito para conseguir prosperar. Cuidam muito bem da casa, nunca a deixam deteriorada, desarrumada ou suja. Sala de estar, de televisão e cozinha são os locais preferidos da casa. Em geral, os amigos dos filhos adoram ficar na casa.

- Número 7: É uma residência discreta e reservada, com moradores reservados e que detestam fofocas e bagunça. Esta é a casa tipicamente “7″. Seus moradores gostam de ler, estudar e praticar ensinamentos espirituais, místicos e filosóficos. As reuniões feitas nesta casa sempre serão para discutir assuntos espirituais e filosóficos, ou para um bate-papo descontraído. É muito difícil ter muitos moradores nesta casa. No máximo, um casal com um filho. Sala de leitura e meditação são cômodos obrigatórios.

- Número 8: É a casa dos famosos, “novos ricos” ou dos artistas da rua. Pelo menos é a impressão que passa para quem está olhando de fora. O número “8″ passa uma vibração de sucesso, riqueza, solidez material, segurança e poder. Em geral, seus
moradores aprendem a trabalhar bem com sua carreira, prosperidade e abundância. Não é muito difícil encontrar pessoas que progrediram na vida depois que moraram numa casa “8″. É claro que este progresso veio com trabalho, confiança em si e determinação.

- Número 9: É a residência com mel. Típica casa que quando se entra, não se deseja sair mais. Estas são acolhedoras, amistosas e de boas energias, que seus moradores devem tomar o cuidado para que as pessoas não invadam a sua intimidade. Todos que habitam são desapegados. Têm uma preocupação com o próximo e a comunidade. Não é difícil ter, entre os moradores, um médico, um líder comunitário, uma assistente social ou as pessoas trabalhando como voluntários. As pessoas terão muita facilidade em compreender os problemas o próximo.


Fonte: Apostila de Feng Shui



Halloween – A Origem

Author: admin
10 16th, 2008

A palavra Halloween tem origem na religião católica. É uma contração da expressão “Ali Halliows Eve”, no inglês atual, “All Hallows Eve”, que significa “Véspera do Dia de Todos os Santos”.

O Halloween, conhecido no Brasil como Dia das Bruxas, é comemorado na noite de 31 de outubro. No aspecto religioso, essa ocasião é conhecida como a vigília da Festa de Todos os Santos, dia 1º de novembro. Estudiosos de folclore acreditam que os costumes populares do Halloween exibem traços do Festival da Colheita, realizado pelos romanos em honra à Pamona (deusa das frutas), e também do Festival Druída de Samhain (Senhor da Morte e Príncipe das Trevas). De acordo com a crença, Samhain reunia as almas dos que tinham morrido durante o ano para levá-los ao céu dos druídas, nesse exato dia. Para os druídas, Samhain era o fim do verão e o Festival dos Mortos. O dia 31 de outubro marca também o término do ano céltico.


Período Pré-Cristão

Acreditava-se que os espíritos dos mortos voltavam para visitar seus parentes à procura de calor e provisões, pois o inverno aproximava-se e, junto a ele, o reinado do Príncipe das Trevas. Os Druídas invocavam forças sobrenaturais para acalmar os espíritos maus. Estes raptavam crianças, destruíam plantações e matavam os animais das fazendas. Acendiam-se fogueiras nos topos das colinas nas noites de Samhain. As fogueiras talvez fossem acesas para guiar os espíritos às casas dos seus parentes ou para matarem ou espantarem as bruxas. A inclusão de feiticeiras, fadas e duendes nesses rituais originou-se da crença pagã de que, na véspera do Dia de Todos os Santos, havia uma grande quantidade de espíritos de mortos que levavam avante uma oposição aos ritos da igreja de Roma e que vinham ridicularizar a celebração de Todos os Santos, com festas e folias próprias deles mesmos. Supunha-se que fantasmas “frustrados” pregavam peças nos humanos e causavam acontecimentos sobrenaturais.

Período Cristão

Com o passar dos tempos, a comemoração do Halloween tornou-se alegre e divertida, sem todos aqueles vestígios sombrios e tenebrosos da tradição céltica, tornando-se mais conhecida na América após a emigração escocesa, em 1840. Alguns dos costumes trazidos pelos colonos foram mantidos, mas outros foram mudados, a fim de que houvesse adaptação às novas maneiras de viver.

Como exemplo, temos as Jack-O-Lanterns que, feitas com nabos primitivamente, passaram a ser feitas com abóboras. Essas Jack-O-Lanterns são um dos símbolos mais conhecidos do Halloween e têm sua origem entre os irlandeses.


Jack-O-Lantern

Conta a lenda que um homem chamado Jack não conseguiu entrar no céu porque era muito avarento e foi expulso do inferno porque costumava pregar peças no diabo. Foi, então, condenado a vagar eternamente pela terra carregando uma lanterna para iluminar seu caminho.

“Trick or Treat” (Travessuras ou Gostosuras)

A fórmula “Trick or Treat” também se originou da Irlanda, onde as crianças iam de casa em casa pedindo provisões para as comemorações do Halloween, em nome da deusa irlandesa Muck Olla. As crianças inglesas continuaram esta tradição, vestidas com roupas extravagantes, pedindo doces e balas.

Hoje em dia, principalmente nos EUA, o Halloween é lembrado com muitas festas e alegria. Nessas festas, as pessoas usam máscaras e se vestem como fantasmas, bruxas, Conde Drácula, Frankstein, ou da maneira que achar mais engraçado ou horripilante. As crianças saem às ruas fantasiadas, batendo de porta em porta, pedindo doces e dizendo: “Trick or Treat”. Quem não as atende pode ter uma desagradável surpresa, pois elas podem lhe pregar alguma peça.


Fonte: Jornal Ponto Final



10 2nd, 2008

O movimento da Lua influencia o nosso cotidiano, segundo a astrologia. Cada fase (nova, crescente, cheia ou minguante) pode indicar se o momento é propício para expor uma idéia no trabalho, curtir um encontro romântico ou mesmo lidar com questões ligadas à saúde e à beleza. Veja, aqui, como o poder da Lua interfere nas várias esferas de sua vida.

O horário da tabela é o de Brasília, também adotado pelos estados em que vigora o horário de verão. Se o fuso horário de sua cidade é diferente do da capital (uma, duas ou três horas a menos), subtraia a diferença da hora que consta aqui. Nos últimos meses de 2008, quando começar o horário de verão, some uma hora aos horários do quadro.

Veja, na tabela, em que lua está no mês de outubro



Lua Crescente: dia 07/10 às 06:04h
Clique aqui para ver a influência da Lua Crescente


Lua Cheia: dia 15/10 – 17:02h
Clique aqui para ver a influência da Lua Cheia
Lua Minguante: dia 21/10 – 09:54h
Clique aqui para ver a influência da Lua Minguante


Lua Nova: dia 28/10 – 21:13h
Clique aqui para ver a influência da Lua Nova


Antes do século 20, a cabala era uma prática exclusiva dos judeus e dos homens eruditos. Apenas no último século é que essa tradição saiu, digamos, do gueto e os conhecimentos foram abertos para todo aquele interessado, independentemente da crença religiosa.

Cabala é uma palavra hebraica que significa “recebimento”. Segundo a tradição, esse conhecimento, profundo e místico, foi recebido por Adão e transmitido posteriormente a alguns mestres da cultura judaica. Segundo a transmissão oral hebraica, a cabala também foi entregue a Moisés pelo próprio Deus no monte Sinai, juntamente com a Torá. Fala da natureza de Deus, da criação das várias dimensões do Universo, de nossa condição neste mundo e da jornada da alma até seu encontro com a Luz Divina. “Receber” também se refere à nossa maior tarefa na Terra: receber a Luz Divina em nosso coração (ou o Amor Divino) para voluntariamente transmití-la a nosso semelhante. Porém, para conseguirmos realizar essa doação incondicional, precisamos ultrapassar a maior dificuldade: o desejo de querer receber só para si mesmo. De acordo com a cabala, estamos no mundo para aprender a amar, a se doar e a nos libertar do egoísmo.

Para os cabalistas, somos responsáveis pelo que acontece em nossa vida. Somos nós que criamos, de alguma forma, determinada situação. Não existe o acaso, mas a lei de causa e efeito.



A Árvore da Vida

Este é o principal símbolo da cabala. É formado por dez sefirot, que são os dez círculos aqui representados. Cada um deles corresponde a uma dimensão do Universo, uma qualidade divina, uma fase da vida, uma maneira de agir. A Árvore da Vida é uma árvore invertida, em que a raiz fica em cima (próxima de Deus), e os galhos, embaixo (sefirot inferiores). À medida que evoluímos espiritualmente, subimos degraus em direção às sefirot superiores. Entenda um pouco sobre cada uma das sefirot:

1. KETER, ORIGEM: representa início e realização.

2. HOKHMA, SABEDORIA: é a qualidade da devoção, que nos ajuda a sacrificar o menor por objetivos maiores. É deixar o egoísmo de lado.

3. BINAH, INTELIGÊNCIA: é tomar consciência de nós mesmos e de quem está a nosso redor.

4. HESED, MISERICÓRDIA: é a força que leva às mudanças.

5. GEVURAH, PODER: representa qualidades como liderança, coragem e generosidade.

6. TIFERET, BELEZA: é o centro da Árvore da Vida e tem a ver com as dificuldades de crescimento na transição para a fase adulta.

7. NETZAH, VITÓRIA: é a força que nos impulsiona para a frente.

8. HOD, GLÓRIA: são as idéias se transformando em planos estruturados.

9. YESOD, FUNDAMENTO: é o momento da maturidade.

10. MALKHUT, SOBERANIA: representa o mundo físico, da ação.



Meditação dos 72 nomes de Deus

Na foto, as letras em hebraico representam os 72 nomes de Deus. Para os cabalistas, elas são formas de luz e representam amor e mensagens positivas. A meditação aqui acontece da seguinte maneira: todos os dias, procure um local silencioso em casa, sente de maneira confortável e visualize, no sentido da direita para a esquerda, cada letra. Permaneça em cada uma delas pelo tempo de uma respiração. Ao terminar, a sensação será de tranqüilidade.


A tradição cabalista

A cabala pode ser dividida em quatro aspectos: teórico (conhecimento com base em seus livros mais importantes), meditativo (palavras, textos e símbolos usados durante a meditação), prático (uso de forças, sons e formas derivados da cabala) e cotidiano (nossas ações e a evolução de nossa consciência).

1 | TEÓRICO
O estudo está baseado em três grandes livros, o Sefer Ietzirá, o Bahir e o Zohar . De conhecimento profundo, o ideal é que sejam lidos ao lado de um instrutor do assunto. Existem outras publicações que trazem esses ensinamentos já comentados por rabinos. Um exemplo é o Zohar comentado pelo rabino Ariel Benson. É desses textos, por exemplo, que nasce a idéia da Árvore da Vida, um diagrama que mostra os diferentes níveis do universo físico e espiritual. Uma dica: para conhecer melhor o que é a Árvore da Vida, o ideal é fazer um curso voltado apenas para esse tema porque as leituras ainda são complexas.

2 | MEDITATIVO
Ao meditar com as letras hebraicas, os cabalistas acreditam que o ser humano aumenta sua luz espiritual interna e, com isso, a capacidade de ter maior consciência. Pode-se meditar com as letras do alfabeto hebraico, que também têm associações com planetas que regem os meses e os signos. É possível ainda meditar por meio da estrela-de-davi (o símbolo sob a forma de uma estrela de seis pontas é usado em meditações profundas, pois acredita-se que, por meio dele, se atinjam planos celestiais superiores), frases do rito religioso judaico e, ainda, é possível utilizar os 72 nomes de Deus, que são os sufixos de nomes de anjos.

3 | PRÁTICO
Recitar mantras, meditar sob formas geométricas e invocar seu anjo. Tudo isso faz parte da tradição prática da cabala. Os mantras são frases cabalísticas tão poderosas que a maioria ainda permanece oculta, com acesso restrito aos alunos mais adiantados. As formas geométricas são diagramas sob os quais é preciso meditar. E os anjos, quando invocados, conferem força à nossa existência. Segundo a cabala, ao nascer, recebemos a energia de um anjo tutelar. Ele nos dá dons e também dificuldades – isso se não mantivermos a ação correta.

4 | COTIDIANO
Muitos livros atuais de cabala se referem à nossa ação cotidiana. Segundo a cabala, o desenvolvimento da consciência é a grande missão do ser humano. Para isso, é necessário que ele desenvolva uma atitude que contrarie sua natureza egoísta e que afirme cada vez mais seu desejo de amar os outros. Esses são os temas estudados pela astrologia e a numerologia da cabala, chamada também de guimátria. A astrologia fornece o mapa da alma. Com base nele, um cabalista calcula e descreve as vivências de uma pessoa em outra vida, suas dificuldades e êxitos e quais as lições que deve aprender nesta existência. Já a numerologia transforma a leitura dos textos sagrados, pois atribui para cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico um valor numérico. Sabendo o significado dos números, os textos passam a ser decifrados como códigos secretos. E é aí que se escondem as mensagens da cabala, que falam muito sobre como devemos lidar com as situações difíceis do dia-a-dia, revelando outra dimensão para sua compreensão.


Fonte: Bons Fluídos