O movimento da Lua influencia o nosso cotidiano, segundo a astrologia. Cada fase (nova, crescente, cheia ou minguante) pode indicar se o momento é propício para expor uma idéia no trabalho, curtir um encontro romântico ou mesmo lidar com questões ligadas à saúde e à beleza. Veja, aqui, como o poder da Lua interfere nas várias esferas de sua vida.

Veja, na tabela, em que lua está no mês de março



Lua Crescente: dia 04/03 – 07:44h
Clique aqui para ver a influência da Lua Crescente


Lua Cheia: dia 11/03 – 02:37h
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Lua Minguante: dia 18/03 – 17:49h
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Lua Nova: dia 26/03 – 16:07h
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A palavra “runa” vem do antigo termo nórdico run, que significa segredo. As runas eram um antigo alfabeto germânico usado tanto para a comunicação no dia-a-dia quanto para propósitos místicos e adivinhação. Os Vickings usavam as runas para proteger suas casas e infundir poder às suas espadas e escudos. Os xamãs da Escandinávia as usavam para curar, lançar encantamentos e proteger seus morros funerários.

As runas consistem em 24 letras e uma runa vazia. As 24 runas são dedicadas às três divindades nórdicas e subdividem-se em três grupos de oito, conhecidos como Freyr’s Aett, Hagal’s Aett e Tyr’s Aett. A 25ª runa, ou a runa vazia, é chamada de wyrd e simboliza o desconhecido ou o destino. O significado tradicional da runa vazia é “No colo dos Deuses” ou “O que será, será”.

Quase todas as lojas de produtos da Nova Era ou do oculto vendem runas confeccionadas profissionalmente. São boas, porque vêm com um livro de instruções e uma sacola para guarda-las. Entretanto, você não terá dificuldades para faze-las e infundi-las com a sua energia durante o processo.

Pedras chatas e de superfície regular, azulejos de cerâmica, varetas de madeira e argila são ótimos materiais para runas. Pintados e inscritos com o símbolo rúnico apropriado, eles se tornam tão mágicos quanto qualquer item comprado na loja. Se você fizer um conjunto de runas, deve também criar uma sacola de pano para guarda-las. Escolha um tecido pesado, porém macio, de macio, de uma cor que proteja e energize suas runas, mesmo quando não estiverem em uso.


Clique na imagem abaixo para ver o significado de cada runa:



Clique aqui para ver o significado de cada runa


Métodos de leitura



>> Uma Runa

Este é certamente o método mais fácil de leitura de runas, principalmente se você tem uma pergunta específica que requer resposta imediata. Coloque as runas nas mãos, concentre-se e faça a pergunta em voz alta. Agora, ponha-as de volta na sacola e chacoalhe bastante. Enfie a mão na sacola e tire uma runa. Ela será a resposta à sua pergunta.

A melhor coisa sobre as runas, e particularmente este método, é que você pode usá-las em qualquer lugar. Assim, se você está no trabalho e tem um problema com algo ou alguém, use o intervalo para consultar as runas. Elas lhe darão uma solução rápida para você enxergar as coisas do modo certo novamente.



>>Três Runas

Este método é bem parecido com o primeiro. Coloque as runas nas mãos, concentre-se na pergunta e formule-a em voz alta. Coloque as runas de volta na sacola e chacoalhe bem. Pegue três runas e disponha-as a sua frente (como na imagem abaixo). A primeira runa, à esquerda, indica a base do problema ou situação presente. A runa do meio mostra as vibrações ao seu redor. A terceira, à direita, lhe dá a resposta ou sugere a ação adequada a tomar.





>> Runas em Cruz

Coloque as runas nas mãos, concentre-se na pergunta e formule-a em voz alta. Coloque as runas na sacola e chacoalhe bem. Tire cinco runas, uma por vez. Disponha as três primeiras em uma fileira da esquerda para a direita. A quarta deve ficar acima da runa central e a quinta, abaixo. Todas devem estar viradas para baixo.

Vire a runa central para cima. Ela representa a situação atual e o que está acontecendo agora. A pedra à esquerda é o passado. Agora, vire essa pedra; ela lhe dirá quais vibrações passadas ainda afetam a situação atual.

Em seguida, vire a runa de cima. Ela explica que ajuda externa ou que forma de auto-ajuda são necessárias para você melhorar a situação. Agora vire a pedra abaixo da central. Ela lhe dirá que mudanças podem ou não ser feitas.

Por último, vire a pedra do braço direito da cruz. Ela representa o futuro, o resultado final da leitura. Para maior esclarecimento, tire uma sexta runa da sacola. Ela deve ser colocada na parte mais baixa da cruz, sob a quinta. A sexta runa indicará novas influências que podem afetar a situação e seu resultado final.

A melhor maneira de você se tornar proficiente com as runas, assim como qualquer outro método de adivinhação, é usando-as regularmente. Você não precisa estar vivendo uma crise para buscar a sabedoria superior ou orientação espiritual. Use suas habilidades para adivinhação como instrumento para ajudar a estabelecer metas e indicar áreas em que pode haver progresso pessoal.


Fonte: O Grande Livro de Magia da Bruxa Grimoire – Lady Sabrina



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O movimento da Lua influencia o nosso cotidiano, segundo a astrologia. Cada fase (nova, crescente, cheia ou minguante) pode indicar se o momento é propício para expor uma idéia no trabalho, curtir um encontro romântico ou mesmo lidar com questões ligadas à saúde e à beleza. Veja, aqui, como o poder da Lua interfere nas várias esferas de sua vida.

Veja, na tabela, em que lua está no mês de fevereiro



Lua Crescente: dia 02/02 – 23:12h
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Lua Cheia: dia 09/02 – 14:48h
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Lua Minguante: dia 16/02 – 21:38h
Clique aqui para ver a influência da Lua Minguante


Lua Nova: dia 25/02 – 01:35h
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A mente humana é uma faculdade sensorial da inteligência. Sua função é captar informações que são armazenadas nos neurônios cerebrais pelos outros sentidos normais do ser humano. Nossa mente tem condições de captar e imprimir qualquer tipo de informação em uma célula viva. Através de nossa vontade, temos condições de entrar em sintonia com qualquer centro cerebral e levar à consciência a informação que se encontra ali armazenada.
De acordo com as freqüências das ondas cerebrais, os níveis mentais estão dentro de dois grandes grupos: Nível Astral ou /nível Mental. LEIA MAIS »



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28 de janeiro/2009


Pouco se sabe sobre o nascimento de Jesus.
Acredita-se que tenha ocorrido em uma gruta, pois os essênios, que eram um povo muito esclareciso, costumavam utilizar estelocal como hospital, pois oferecia condições ideiais para doentes e convalescentes da região.

O texto apócrido de Thiago mostra que os anjos trouxeram uma parteira, Sarah, que mal conseguia ver Maria, devido à luz que o espaço emitia.

Sarah aproximou-se de Maria e observou que seus seios estavam cheios de leite, e que o nascimento de Jesus nao tinha tirado a virgindade.

O bebê nasceu limpo, como se o parto tivesse sido dirigido pelos anjos.

Sarah acompanhou a vida de Jesus com discrição. Provavelmente vivia com Maria, como escrava, Maria Madalena ou com José de Arimatéia, tio-avô de Jesus.

Após a morte de Jesus, os textos apócrifos relatam que as três Marias dirigiam-e para o sul da França. Alguns relatos dizem que elas foram atiradas em um barco, sem remos ou provisões.

A barca acabou atracando na Praia de Maries-de-la-Mer, na foz do Rio Ródamo.

Pouca gente sabe, incluindo os ciganos, que Sarah não foi apenas a criada de Maria, mas sua parteira!

Era egípcia, tinha a cútis escurecida pelo sol e Jesus a tinha em grande estima.

No dia consagrado à sua homenagem, na França, o padre da cidade costuma levar ao mar a barca com sua imagem.

Os ciganos vestem-se de forma alegre, porém recatados. Não é admirável, em uma festa comemorativa, as mulheres usarem saias acima dos joelhos, por exemplo. Os homens ciganos vestem roupas escuras e as mulheres saias multicoloridas, com suas jóias.

Dizem s ciganos que Santa Sarah Kali só tem olhos para eles, que conhecem as tradições e que encontram-na na sombra da cripta.

Antes que colocassem grades no seu monumento e fecharem seu acesso à noite, os ciganos viajantes pernoitavam e pediam proteção a Santa Sarah, oferecendo velas à “Virgem Negra”.

Paralelamente a história de Sarah chegou à Índia, onde os ciganos a associaram à deusa Kali, negra, poderosa, transformadora.

A peregrinação que os ciganos fazem ao local onde está a estátua de Santa Sarah tem uma intenção diferente à dos católicos.

Eles sabem que os objetos mortos só podem viver à medida que os homens lhe dão vida.

A proteção de Sarah confere às pessoas emanações sempre benéficas, que representam simbolicamente ventre da sua mãe, seu sorriso, a irmã e a rainha: a “phuri dai” secreta dos Roms.

Dizem que a pessoa de bom coração consegue ver o sorriso na estátua de Santa Sarah.

Se um dia tiver a oportunidade de visitar sua gruta, entre com os pés descalços, com duas velas azuis nas mãos, e olhe para ela com seus olhos bem abertos. Aproxime-se lentamente sem desviar o olhar. Quando sua boca estiver perto da dela, a verá sorrindo e pronunciando seu nome!

Feche os olhos, depois abra-os lentamente. Verá que tanto seu sorriso quanto o dela estarão diferentes.


Você também pode pedir proteção à Santa dos Ciganos com esta oração: “Fique sempre à minha frente, sempre atrás, do lado esquerdo, do lado direito. Ensine-me a caminhar e sempre perdoar.”


Fonte: Livro Histórias, Dicas e Magias – Monica Buonfiglio









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O movimento da Lua influencia o nosso cotidiano, segundo a astrologia. Cada fase (nova, crescente, cheia ou minguante) pode indicar se o momento é propício para expor uma idéia no trabalho, curtir um encontro romântico ou mesmo lidar com questões ligadas à saúde e à beleza. Veja, aqui, como o poder da Lua interfere nas várias esferas de sua vida.

Veja, na tabela, em que lua está no mês de janeiro



Lua Crescente: dia 04/01 – 11:55h
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Lua Cheia: dia 11/01 – 03:27h
Clique aqui para ver a influência da Lua Cheia
Lua Minguante: dia 18/01 – 02:46h
Clique aqui para ver a influência da Lua Minguante


Lua Nova: dia 26/01 – 07:55h
Clique aqui para ver a influência da Lua Nova





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O movimento da Lua influencia o nosso cotidiano, segundo a astrologia. Cada fase (nova, crescente, cheia ou minguante) pode indicar se o momento é propício para expor uma idéia no trabalho, curtir um encontro romântico ou mesmo lidar com questões ligadas à saúde e à beleza. Veja, aqui, como o poder da Lua interfere nas várias esferas de sua vida.

O que é Tempo Universal (T.U.)?
A tabela exibe o horário em Tempo Universal, utilizado mundialmente por astrônomos. Para converter para horário de Brasília, use as seguintes fórmulas:

Hora de Brasília = T.U. menos 3 horas (maior parte do tempo) ou
Hora de Brasília = T.U. menos 2 horas (durante o horário de verão)

Veja, na tabela, em que lua está



Lua Nova


26/01 – 07:55h
25/02 – 01:35h
26/03 – 16:07h
25/04 – 03:23h
24/05 – 12:11h
22/06 – 19:35h
22/07 – 02:34h
20/08 – 10:01h
18/09 – 18:43h
18/10 – 05:32h
16/11 – 19:13h
16/12 – 12:02h


Lua Cheia

11/01 – 03:27h
09/02 – 14:48h
11/03 – 02:37h
09/04 – 14:55h
09/05 – 04:01h
07/06 – 18:11h
07/07 – 09:21h
06/08 – 00:55h
04/09 – 16:03h
04/10 – 06:10h
02/11 – 19:14h
02/12 – 07:31h
31/12 – 19:13h

Lua Crescente

04/01 – 11:55h
02/02 – 23:12h
04/03 – 07:44h
02/04 – 14:33h
01/05 – 20:44h
31/05 – 03:22h
29/06 – 11:28h
28/07 – 21:59h
27/08 – 11:41h
26/09 – 04:48h
26/10 – 00:41h
24/11 – 21:38h
24/12 – 17:35h


Lua Minguante

18/01 – 02:46h
16/02 – 21:38h
18/03 – 17:49h
17/04 – 13:37h
17/05 – 07:27h
15/06 – 22:15h
15/07 – 09:53h
13/08 – 18:55h
12/09 – 02:15h
11/10 – 08:56h
09/11 – 15:56h
09/12 – 00:14h




Fonte: Bons Fluídos, Cosmobrain





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20 de dezembro/2008

“Ó Filhos de Deus, é necessário que partam sem tardar em socorro de seus irmãos que habitam nos países do Oriente. Um povo vindo da Pérsia, os turcos, invadiu seu país. Por isso os exorto e lhes suplico para que partam em auxílio dos cristãos e rechacem esse povo nefasto para longe de nossos territórios. [Sejam] doravante cavaleiros de Cristo.” É com estas palavras que em 1098 o papa Urbano II lança a aventura da primeira Cruzada. No ano seguinte, Jerusalém é retomada aos mulçumanos, conquista frágil que deve ser consolidada.

Foi então, que, em 1118, Hugues de Payns, cavaleiro da região de Champagne, e oito de seus companheiros se propõem dedicar sua vida na proteção dos peregrinos que se dirigem à Terra santa. Estabelecidos por Balduíno II, rei de Jerusalém, na mesquita de Al-Aqsa, edificada sobre parte das ruínas do templo de Salomão, esses “Pobres Cavaleiros de Cristo” recebem o apoio de Bernardo de Clairvaux, antes que o concílio de Troyes aprove a regra dessa “milícia de Deus.”


Pobreza Dos Cavaleiros e Poder Financeiro Da Ordem

A regra dos Templários, extraída da regra cisterciense de são Bento, é marcada sobretudo por grande austeridade: os irmãos, reconhecidos por seu hábito branco com uma cruz vermelha na frente, fazem os votos de obediência, pobreza e castidade. Devem assistir à missa todos os dias, vestir-se de modo simples e comer aos pares no mesmo prato.

Votados à defesa dos peregrinos e dos caminhos que conduzem à Terra santa, os Templários tomam parte sempre mais ativa nos combates sangrentos em que se enfrentam cristãos e mulçumanos. A fim de desempenhar esse novo papel, os monges-soldados se cercam de numerosos auxiliares: capitães de exército, capelães e servidores. Na chefia da Ordem, o grão-mestre é assistido por um conselho, o capítulo, e por oficiais. Os territórios protegidos e logo administrados pelos Templários são divididos em províncias. Desenvolve-se assim toda uma rede de comendadorias que são a um tempo praças fortes e áreas de cultivo, mas também “sucursais” encarregadas de recolher dinheiro destinado a financiar as operações no Oriente.

O ideal cavaleiresco e religioso dos Templários suscita tamanho respeito que a ordem se enriquece consideravelmente. Os donativos afluem e muitos jovens, oriundos das melhores famílias, abandonam tudo para aumentar as fileiras dessa piedosa cavalaria. No início do século XIV, não menos de duas mil comendadorias se espalham pelos reinos da Europa e até na Palestina, constituindo uma vasta e segura rede capaz de angariar e fazer circular somas consideráveis, de tal modo que os templários se tornam poderosos banqueiros, cuja fortuna não deixa de atiçar a cobiça.


Nas Chamas da Fogueira

Os reveses sofridos pelos francos na Terra santa anunciam o fim dos Templários. Desde a perda definitiva da Palestina em 1291, de fato, não têm mais razão de existir e a ordem já se dedica quase somente a defender seus interesses financeiros. Isso para grande dano do rei da França Fillipe, O Belo, o qual não esquecera que em 1250 os Templários haviam recusado emprestar o dinheiro do resgate exigido para libertar seu avô, São Luís, que havia caído nas mãos dos mulçumanos. Se o soberano cobiça as riquezas da Ordem, está igualmente animado por uma piedade sincera e não fica insensível aos rumores persistentes que circulam, denunciando os Templários como hereges.

A questão é confiada a um dos fiéis conselheiros do rei, Fillipe de Nogaret, que desencadeia, em vários pontos do reino, a mais espetacular operação policial jamais vista. No dia 13 de outubro de 1307, quase uma centena de dignitários da Ordem é detida, inclusive o grão-mestre Jacques de Molay. Sob tortura, todos confessam uma conduta ímpia e atos sacrílegos que os condenam. O Papa Clemente V tenta interceder em favor dos Templários, porquanto vários deles renegam suas confissões. Mas Fillipe, o Belo, se mostra inflexível. Trinta e seis cavaleiros morrem por causa dos maus tratos que lhes são infligidos, 54 são queimados vivos em maio de 1310. O papado, cujo apoio até então nunca havia faltado, resolve dissolver a Ordem em 1312. Por sua vez, Jacques de Molay se retrata. Considerado como relapso – isto é, convencido de ter recaído na heresia ao renegar suas confissões – também é condenado à fogueira. Seu suplício teve lugar no dia 18 de março de 1314. Com ele desaparece nas chamas da Inquisição a Ordem religiosa e militar mais poderosa que a Idade Média conhecera, perigosa rival de um rei da França decidido em se apoderar de suas riquezas. Poderosa demais, sem dúvida, para desaparecer definitivamente; começa então a segunda vida dos Templários, subterrânea e lendária.


Sodomitas, Maometanos e Esotéricos

O processo dos Templários tinha o único objetivo de desacreditar a Ordem e, para tanto, nada poderia ser mais eficaz do que as mais loucas acusações, confirmadas por confissões perturbadoras. Alguns deles reconheceram, de fato, sob tortura, não somente cuspir na cruz, mas também se entregar à sodomia entre eles. Alguns evocaram o culto de um misterioso ídolo, Bafomet, cuja a descrição varia de uma testemunha a outra: figura demoníaca, personagem andrógeno, de madeira ou de metal, dele, no entanto, jamais foi encontrado vestígio em nenhuma comendadoria. Alguns pensam que a chave da abóbada da igreja de Saint-Merry de Paris representa, sob os traços de um demônio a um tempo barbudo e de fartos seios, Bafomet, e que seu nome seria a deformação daquele do profeta Maomé. De fato, é uma acusação recorrente feita aos Templários: sua demasiado intensa proximidade com os sarracenos. É verdade que os elementos arquitetônicos mulçumanos foram importados no Ocidente por intermédio dos Templários. Entre eles, motivos decorativos simbólicos e iniciáticos orientais que influenciaram a arte gótica nascente. A partir daí fazer os cavaleiros do Templo magos alquimistas versados nos segredos do Oriente, basta um passo.

E para fazer desses monge-soldados depositários de um grande segredos, não se deixa de constatar o estranho ritual que preside a entrada na Ordem, o ritual parecido, certamente com a imposição da armadura ao cavaleiro, mas que deixa entrever muitos aspectos misteriosos. De fato, o futuro cavaleiro deve solicitar três vezes sua “entrada no Templo”, antes de ser aceito. Cercado de doze Templários, pronuncia seus três votos e presta juramento de joelhos, depois de ter ouvido uma fórmula enigmática que o previne de que “de nossa Ordem, só vês a casca que está por fora”… Misteriosa igualmente a constante referência a simbologia dos números: os Templários vazem três votos, têm direito a três cavalos, três comunhões por ano, comem carne três vezes por semana… Quanto a figura geométrica do triângulo eqüilátero, que orna com freqüência suas capelas, refletiria a simbologia medieval clássica ou um código ocultando uma mensagem esotérica?


Séculos de Caça Ao Tesouro

Muita estranheza e mistério cerca realmente a Ordem dos Templários para que ainda hoje não se acredite na dissimulação de um segredo que não deve ser revelado a qualquer custo. Quando de seu processo o comendador do Templo de Laon, Gervais de Beauvais, não evocou por ventura a existência de uma regra secreta conhecida somente por reduzido número de iniciados? Dessa pretensa regra secreta nada se saberá até o final do século XVIII, quando o bispo de Copenhague jura ter encontrado uma descrição dela num manuscrito conservado no Vaticano… manuscrito que deixará que seja furtado! Em 1877, é um erudito alemão, Mertz Dorff, que exuma de uma loja maçônica de Hamburgo um documento que nada mais seria que a famosa regra dos Templários. Os especialistas confirmaram em seguida que se tratava de documento falso, mas mesmo assim fez correr muita tinta e alimentou abundantemente a imaginação de muitos.

Outro pretenso segredo fez correr mais tinta ainda e contribui para adensar a cortina de mistério que cerca os Templários: é o de seu fabuloso tesouro. A Ordem, é verdade, era imensamente rica – fortuna que não é estranha à sua ruína – e, se seus bens fundiários e imobiliários foram transferido à Ordem rival dos Hospitalários, não foi encontrado tesouro algum em nenhuma das comendadorias. Advertidos do complô que se tramava contra eles, cavaleiros teriam podido fugir para por este tesouro em lugar seguro? Muitos escavam ainda… Esperavam encontra-lo no castelo de Gisors, naquele de Chinon, onde foram detidos dignitários da Ordem, na região de Auvergne, na floresta do Leste na região de Champagner, na Inglaterra… Não seria o tesouro dos Templários que o padre Saunières, pároco de Rennes-Le-Château, que se tornou repentinamente rico, teria descoberto em 1886?


Uma Posteridade Ao Mesmo Tempo Fantástica e Trágica

Misturando ideal cavaleiresco das Cruzadas, fascínio do Oriente, fervor religioso da Idade Média e isca do ganho, a lenda dos Templários suscitou um grande número de autoproclamados herdeiros da Ordem, os mais célebre, sem dúvida, Bernard Fabré-Palaprat, um médico oriundo de uma loja maçônica parisiense, que fundou uma organização templária e se proclamou o 22º Grão-Mestre de uma ordem que teria, segundo ele, atravessado os séculos na maior descrição, sob a autoridade de personalidades tão célebres como Bertrand du Guesclin ou a grande Condé. No dia 18 de março de 1808, Fabré-Palaprat chegou até a organizar, com grande pompa, a comemoração do suplício de Jacques Molay, obtendo para isso o aval das autoridades. Napoleão mandou cercar a cerimônia com um destacamento da infantaria, sem dúvida, para controlar os atos desses singulares templários.

O “boato templário” alimentou mais recentemente uma nova lenda que faz dos cavaleiros do Templo os guardiões do Grau. Em 1982, três jornalistas anglo-saxões publicam O Enigma Sagrado, no qual afirmam – entre outras elucubrações – que a dinastia dos Merovíngios descenderia dos amores de Cristo por Maria Madalena e que uma Ordem secreta, o Priorado de Sião, fundado em 1099 durante a primeira cruzada, seria o guardião do santo Graal. O próprio Priorado de Sião reaparece em 2003 no Livro Código Da Vinci, de Dan Brown. O Priorado estaria na origem dos Templários, encarregados de preservar um estrondoso segredo que ameaçaria a Cristandade (sempre os amores comprometedores de Jesus pela bela Maria Madalena!). Estranha sociedade secreta, de fato, esse Priorado de Sião, nascido da imaginação de certo Pierre Plantard, iluminado e mitômano, e cujos estatutos de associação pela lei de 1901 foram registrados no dia 7 de maio de 1956 (e não em 1099!) numa sub-prefeitura da Alta Sabóia…

Em torno da além – ou das lendas – dos Templários, constituiu-se também considerável número de seitas; a mais tristemente célebre é a OTS, ou Ordem do Templo Solar, fundada em 1984 por Joseph Di Mambro, e um médico belga, Luc Jouret. Supondo estar inscrita na continuidade da cavalaria espiritual do Templo, composto por fanáticos, entrou na história em 1994 com o suicídio coletivo de seus membros que acreditavam, uma vez purificados pelo fogo, tornar-se autênticos “mestres secretos do Templo”…

Desse modo, uma Ordem perfeitamente pública, fundada por cavaleiros íntegros, não deixou de suscitar, no decorrer dos séculos, sociedades secretas e às vezes perigosas, apresentando-se como guardiões dela, e hoje ainda continua a alimentar muitos mitos.


Fonte: Livro: Sociedades Secretas – Larousse







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O movimento da Lua influencia o nosso cotidiano, segundo a astrologia. Cada fase (nova, crescente, cheia ou minguante) pode indicar se o momento é propício para expor uma idéia no trabalho, curtir um encontro romântico ou mesmo lidar com questões ligadas à saúde e à beleza. Veja, aqui, como o poder da Lua interfere nas várias esferas de sua vida.

O horário da tabela é o de Brasília, também adotado pelos estados em que vigora o horário de verão. Se o fuso horário de sua cidade é diferente do da capital (uma, duas ou três horas a menos), subtraia a diferença da hora que consta aqui. Nos últimos meses de 2008, quando começar o horário de verão, some uma hora aos horários do quadro.

Veja, na tabela, em que lua está no mês de dezembro



Lua Crescente: dia 05/12 – 19:25h
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Lua Cheia: dia 12/12 – 14:37h
Clique aqui para ver a influência da Lua Cheia
Lua Minguante: dia 19/12 – 08:29h
Clique aqui para ver a influência da Lua Minguante


Lua Nova: dia 27/12 – 10:22h
Clique aqui para ver a influência da Lua Nova





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O I Ching, ou Livro das Mutações, apareceu na China há aproximadamente 3.000 anos, mas teve sua origem em formas oraculares ainda mais antigas, de uma época conhecida como “era mítica do Imperador Fu Hsi” (aproximadamente 3.000 anos a.C.), herói lendário considerado o fundador da civilização chinesa. Esse mesmo personagem mítico parece ter sido o inventor dos oito trigramas básicos do I Ching e suas combinações em 64 hexagramas, que servem de base ao método de adivinhação por meio de varetas de caule de milefólio, a forma tradicional de consulta do oráculo durante milênios. Segundo a literatura chinesa, após Fu Hsi, o Livro das Mutações teve outros três compiladores que enriqueceram seu conteúdo: o Rei Wen, que acrescentou um julgamento para cada um dos 64 hexagramas; o Duque de Chou (filho anterior), que incorporou os comentários referentes às linhas mutáveis dos hexagramas; e Confúcio, o famoso sábio, autor dos textos relacionados à imagem e ao comentário de cada hexagrama.

No ano de 213 a.C., Ch’in Shih Huang Ti, um tirano conhecido como O Grande Unificador (foi o construtor da Grande Muralha e o unificador das províncias chinesas), ordenou a queima de todos os livros existentes, exceto os dos arquivos imperiais, as obras de medicina e agricultura e os livros de adivinhação. Devido a essa seleção, o I Ching, que já era considerado um livro sagrado, sobreviveu ao expurgo das bibliotecas e chegou até nós.

A grande maioria dos estudiosos concorda em considerar o Livro das Mutações como uma importante fonte das duas grandes correntes do pensamento chinês: o taoísmo e o confucionismo. Prova disso é o I Ching fazer parte dos Seis Livros Canônicos de Confúcio. Os outros cinco são:

Shi Ching – Livro das Odes
Shu Ching – Livro dos Anais
Li Ching – Livro dos Ritos
Chou Ching – Livro da Primavera ou do Outono ou da História
Yo Ching – Livro da Música

Confúcio, que comentou longamente o I Ching, considerava que a idéia central do livro era o conceito de mutação, exemplificado por uma frase que o sábio teria dito ao observar a correnteza de um rio:
“Tudo segue, fluindo, como esse rio, sem cessar, dia e noite”. Dessa maneira, a observação constante e profunda da natureza sugere a idéia da mutação contínua: depois da escuridão vem a luz; o inverno é seguido pela primavera; após a tempestade retorna a calmaria; o dia renasce depois da noite; a lua cresce e decresce ciclicamente; as marés alternam-se no mar. A lei universal que tudo rege é o constante mudar. A realidade se transforma permanentemente, e o I Ching, ao contrário de muitos outros métodos de adivinhação, ensina a guardar essa verdade profunda sem condicionar o nosso comportamento. Em outras palavras, o I Ching não prevê os acontecimentos futuros, mas indica a situação presente. Como se penetrasse no inconsciente, os ensinamentos do livro sugerem como enfrentar a realidade que se apresenta, explicam as fases de desenvolvimento da ação que deve ser empreendida e indicam o resultado dessa ação sempre que se tenha agido de acordo com as sugestões recebidas. Pois, na verdade, cabe à nossa sensibilidade e inteligência perceber a mensagem quer o I Ching transmite.

Para a sabedoria chinesa, conhecer as forças que agem num determinado momento de nossa vida pode ser muito importante, porque, conhecendo-as, poderemos, em vez de nos opormos a elas, avançar junto com elas, colaborando assim com o movimento natural da vida. Mas para que o I Ching dê uma resposta adequada, a formulação da pergunta é muito importante, pois apenas sabendo muito bem o que procuramos saber teremos condição de interpretar a resposta obtida. Em outras palavras, só se conhecermos bem os motivos e circunstâncias que envolvem a nossa pergunta poderemos decodificar a linguagem simbólica do oráculo. Sempre devemos lembrar que o I Ching não fala a nossa habitual linguagem racional, mas se exprime através das imagens simbólicas do inconsciente.


Fonte: I Ching O Livro das Mutações







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